Custos de agência são despesas internas que surgem quando um agente atua em nome de um principal. Esse relacionamento ocorre quando uma parte, como um gestor de empresa, é incumbida de tomar decisões por outra parte, como os acionistas. Esses custos emergem das ineficiências inerentes, potenciais conflitos de interesse e interrupções que podem ocorrer quando os objetivos do agente não se alinham perfeitamente aos interesses do principal.
Esses custos funcionam como uma despesa necessária para gerenciar as necessidades de partes conflitantes e resolver disputas. Eles frequentemente incluem custos de monitoramento, que são despesas arcadas pelo principal para supervisionar o agente, como os custos de condução de auditorias financeiras ou a produção de relatórios detalhados. Ao reunir essas informações, o principal tenta mitigar riscos e garantir que o agente esteja agindo em seu melhor interesse.
Por exemplo, uma empresa pode oferecer bônus baseados em desempenho aos seus executivos para alinhar seus interesses aos dos acionistas. Embora o pagamento do bônus em si seja um custo de agência, a empresa se beneficia se o custo do bônus for menor do que as perdas potenciais que teriam ocorrido sem tal alinhamento. Por meio desses mecanismos, as organizações tentam equilibrar os custos de supervisão com os benefícios da gestão profissional.