Destruição criativa é o desmantelamento deliberado de práticas, tecnologias e indústrias estabelecidas para dar lugar a inovações superiores. Cunhado pelo economista Joseph Schumpeter, esse processo atua como um motor fundamental do capitalismo, revolucionando constantemente a estrutura econômica a partir de dentro, ao substituir métodos obsoletos por alternativas mais eficientes.
Esse processo depende fortemente da inovação e da intensa concorrência de mercado. As empresas devem investir capital significativo e aceitar riscos financeiros para desenvolver novos produtos que superem os existentes. Embora esse ciclo impulsione o crescimento econômico e a produtividade a longo prazo, ele frequentemente exige que as empresas abandonem sistemas legados para evitar ficar atrás de concorrentes mais ágeis.
Um exemplo prático desse fenômeno é a mudança no cenário de mídia e entretenimento. A ascensão dos serviços de streaming digital e plataformas online desmantelou efetivamente as indústrias tradicionais de locação de vídeos e mídia física. Ao oferecer acesso mais conveniente e eficiente ao conteúdo, essas novas tecnologias tornaram obsoletos os modelos de negócios antigos e estabelecidos.