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Recessão de Crescimento

Uma recessão de crescimento é um estado econômico em que um país apresenta crescimento positivo, mas o ritmo é lento demais para acompanhar as necessidades do mercado de trabalho. Embora a economia não esteja encolhendo em termos absolutos, ela está operando muito abaixo de seu potencial pleno. Isso cria uma desconexão em que a economia tecnicamente se expande, mas a falta de impulso leva a uma perda líquida de empregos.

Nesse ambiente, a taxa de expansão econômica é insuficiente para absorver novos entrantes na força de trabalho ou para substituir cargos perdidos pela rotatividade normal dos negócios. Como o crescimento não é negativo, ele não atende à definição técnica de uma recessão padrão, que normalmente exige trimestres consecutivos de declínio do produto interno bruto. No entanto, o impacto social e econômico permanece doloroso, pois as taxas de desemprego aumentam apesar da ausência de uma contração formal.

Por exemplo, os economistas frequentemente apontam os anos seguintes à crise financeira de 2008 como um período de recessão de crescimento. Durante esse período, a economia estava se recuperando, mas o crescimento era tão morno que não conseguiu gerar oportunidades de emprego suficientes para reduzir significativamente a taxa de desemprego. Da mesma forma, meados da década de 1990 em certos mercados desenvolvidos viram períodos em que o crescimento permaneceu positivo, porém fraco, resultando em condições de trabalho estagnadas que foram sentidas como uma recessão pelo trabalhador comum.

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