O banco de tempo é um sistema de troca comunitário que utiliza o tempo de trabalho como unidade de conta em vez da moeda tradicional. Desenvolvido a partir de teorias históricas do valor-trabalho, este sistema permite que indivíduos troquem serviços ao ganhar créditos pelo tempo que dedicam a ajudar outros. Esses créditos são então armazenados em uma conta central e podem ser resgatados posteriormente para receber serviços de outros membros dentro da mesma rede.
Na prática, o banco de tempo moderno depende de bancos de dados eletrônicos para rastrear os créditos e débitos de seus membros. Quando um participante realiza uma tarefa, como reparos domésticos ou trabalho social, ele ganha créditos de tempo com base na duração de seu trabalho. Esses créditos funcionam como uma forma de moeda comunitária, permitindo que os participantes acessem ajuda sem a necessidade de pagar com dinheiro. O sistema foi projetado para promover a autoajuda e preencher lacunas nos serviços sociais existentes.
Por exemplo, se Gerald gasta três horas preparando um jardim para Lucy, ele ganha três créditos de tempo de trabalho. Se Lucy posteriormente gasta duas horas consertando o computador de Gerald, ela ganha dois créditos. Após essas trocas, Gerald mantém um saldo líquido de um crédito no banco de tempo, que ele pode economizar ou gastar em um serviço diferente de outro membro. Embora útil para tarefas simples, o sistema geralmente opera paralelamente a uma economia baseada em dinheiro mais ampla.