A Parceria Transatlântica de Comércio e Investimento foi uma proposta de acordo bilateral de comércio e investimento entre os Estados Unidos e a União Europeia. O objetivo era que fosse o maior acordo comercial já considerado, visando estimular o crescimento econômico em ambas as regiões ao promover laços comerciais mais estreitos e reduzir o atrito regulatório existente.
Para atingir seus objetivos, a parceria buscava reduzir tarifas e eliminar diversas barreiras comerciais que dificultavam o fluxo de bens e serviços entre as duas grandes economias. Os defensores argumentavam que essas medidas liberariam o comércio global, criariam milhões de novos empregos e proporcionariam oportunidades significativas para que pequenas e médias empresas expandissem seu alcance em mercados internacionais.
Apesar dessas ambições, a proposta enfrentou críticas significativas e acabou estagnada em 2016 sem chegar a um acordo final. Os opositores expressaram preocupações de que o acordo favoreceria principalmente grandes corporações, enquanto muitos europeus temiam que a redução das proteções levasse a uma entrada de produtos americanos de qualidade inferior. Em 2019, o Conselho Europeu declarou oficialmente que as negociações estavam obsoletas e não eram mais relevantes.